Desejo lançar-me sem mapa por tuas vontades
Seguir apenas o chamado que arde no peito
Perder-me alegremente em tuas paisagens
Ancorar-me em teu porto, num ritmo perfeito
As montanhas que busco são curvas sutis
Os desertos que cruzo são tuas ternuras
O mar que me leva são desejos febris
De olhares eternos à tua pintura
Minha liberdade é deitar-me em teus jardins
Jogar-me em teus abismos sem medo ou coragem
Um explorador dedicado à arte de ser feliz
Sentir teus rastros a despertar minha viagem
E mesmo neste mundo tão vasto
Posso afirmar sem nenhum ensejo
Por todos os caminhos por onde eu passo
Tu és a estada onde repousa meu desejo
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