segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Morada

Teu riso é o mapa que no escuro me guia
Onde a palavra tem peso e verdade
Teus olhos são luz que afastam toda ansiedade
Tua presença rege meu peito em sinfonia

Apresso o tempo quando tu não estás
Rogo ao vento que te traga e leve o silêncio embora
E quando vem tua música, rogo que não passe a hora
Dançarei na tua voz a ecoar em meu corpo fugaz

Quero morar na profundidade de nossas conversas
Onde o mundo não importa e só a gente é real
Onde o sentido não precisa se explicar

Apenas nós dois em palavras modestas
Te quero viver, por ti quero ser, um amor natural
Sentir a beleza de te morar e de também te ser lar

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